Em 11 de setembro de 2026, o mundo recordará os 25 anos dos atentados terroristas que atingiram os Estados Unidos e alteraram profundamente o curso da história contemporânea. Naquela manhã de 2001, quatro aviões comerciais foram sequestrados por integrantes da Al-Qaeda e utilizados como armas contra alvos de grande valor simbólico.
Dois aviões atingiram as torres do World Trade Center, em Nova York, provocando seu colapso e a morte de 2.753 pessoas, entre elas quatro brasileiros. Outra aeronave foi lançada contra o Pentágono, sede do Departamento de Defesa norte-americano, causando 184 mortes. O quarto avião caiu em Shanksville, na Pensilvânia, depois que passageiros e tripulantes reagiram aos sequestradores. As 40 pessoas que estavam a bordo morreram.
Entre as vítimas, encontravam-se 343 bombeiros, 23 policiais de Nova York e 37 agentes da Autoridade Portuária, que perderam a vida enquanto tentavam salvar outras pessoas. As imagens do ataque, transmitidas ao vivo, espalharam medo, perplexidade e comoção por todo o planeta.
O 11 de Setembro desencadeou guerras, fortaleceu sistemas de inteligência, ampliou os controles nos aeroportos e colocou o combate ao terrorismo no centro da agenda internacional. Seus efeitos políticos, militares e sociais ainda são sentidos.
A meu ver, recordar essa tragédia não deve servir apenas para homenagear as vítimas, mas também para refletir sobre os limites das respostas baseadas exclusivamente na força. O terrorismo precisa ser enfrentado com firmeza, porém sem abandonar o direito, a liberdade e os valores democráticos que pretende destruir.